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	<title>Comentários sobre: Vicente Pinzon dividido entre os Elias e os Cabrais</title>
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		<title>Por: Tarcísio bmf</title>
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		<dc:creator>Tarcísio bmf</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Jul 2010 05:50:57 +0000</pubDate>
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		<description>Mucuripe veio antes de Santo Agostinho, correto? Ou seja, foi em Fortaleza e não no Recife… Certo?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mucuripe veio antes de Santo Agostinho, correto? Ou seja, foi em Fortaleza e não no Recife… Certo?</p>
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		<title>Por: Alberto Figueiredo</title>
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		<dc:creator>Alberto Figueiredo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 22:00:21 +0000</pubDate>
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		<description>Bem!
Colocando pontos nos &quot;is&quot;, creio que a solução do problema tem que passar por olhos mais experimentados, sabem por quê?
Se houve um tratado de cooperação, estará (não digo que esteja) qualquer um dos grupos amigos e defensores de Pinzon, recebendo alguma subvenção do governo espanhol?
Ou quem sabe do ministério da cultura?
Ou ainda subvenção da prefeitura?
Minha gente! Acho que já é hora do MP entrar nessa história e verificar cada dobra do livro desta história.
Quando vejo muita gente tão &quot;agarrada&quot; dedicada a cultura, ou a memória de um personagem da história não sei por que mais me dá calafrios.
Um ergueria um centro de estudos, mais se dedicou a shows musicais, outro disponibilizaria cursos, saúde, etc para a parcela mais carente, hoje faz reclame usando para isto uma rádio &quot;EDUCATIVA&quot;.
Pelo que esta se passando creio que se fosse possível Pinzon, daria marcha à ré.
Ou quem sabe fundam-se as instituições e em seu lugar surja a Fundação Cabo/Palos de Estudos Históricos, tendo como patrimônio inicial com tudo que foi feito, construído ou conseguido à custa do feito de Pinzon e da memória do seu nome.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bem!<br />
Colocando pontos nos &#8220;is&#8221;, creio que a solução do problema tem que passar por olhos mais experimentados, sabem por quê?<br />
Se houve um tratado de cooperação, estará (não digo que esteja) qualquer um dos grupos amigos e defensores de Pinzon, recebendo alguma subvenção do governo espanhol?<br />
Ou quem sabe do ministério da cultura?<br />
Ou ainda subvenção da prefeitura?<br />
Minha gente! Acho que já é hora do MP entrar nessa história e verificar cada dobra do livro desta história.<br />
Quando vejo muita gente tão &#8220;agarrada&#8221; dedicada a cultura, ou a memória de um personagem da história não sei por que mais me dá calafrios.<br />
Um ergueria um centro de estudos, mais se dedicou a shows musicais, outro disponibilizaria cursos, saúde, etc para a parcela mais carente, hoje faz reclame usando para isto uma rádio &#8220;EDUCATIVA&#8221;.<br />
Pelo que esta se passando creio que se fosse possível Pinzon, daria marcha à ré.<br />
Ou quem sabe fundam-se as instituições e em seu lugar surja a Fundação Cabo/Palos de Estudos Históricos, tendo como patrimônio inicial com tudo que foi feito, construído ou conseguido à custa do feito de Pinzon e da memória do seu nome.</p>
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	<item>
		<title>Por: chusquito</title>
		<link>http://portalcabo.com.br/2010/02/07/vicente-pinzon-dividido-entre-os-elias-e-os-cabrais/comment-page-1/#comment-6710</link>
		<dc:creator>chusquito</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 11:20:59 +0000</pubDate>
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		<description>Hola desde la Espanha ... ¡¡¡

Si voçes me permiten um consejo, el Instituto Vicente Pinzón, debería ponerse en contato con las autoridades de Cadiz para tener mas ayuda en el desenvolvimento de Cabo, al ser ésta cidade, el lugar dónde desembarcó Pinzón.

Si eles conhoceran todo lo que  éste instituto ta fazendo en nome de Vicente Pinzón, tendría uma considerable ayuda de parte de la Espanha...

Disculpen meu portugués...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Hola desde la Espanha &#8230; ¡¡¡</p>
<p>Si voçes me permiten um consejo, el Instituto Vicente Pinzón, debería ponerse en contato con las autoridades de Cadiz para tener mas ayuda en el desenvolvimento de Cabo, al ser ésta cidade, el lugar dónde desembarcó Pinzón.</p>
<p>Si eles conhoceran todo lo que  éste instituto ta fazendo en nome de Vicente Pinzón, tendría uma considerable ayuda de parte de la Espanha&#8230;</p>
<p>Disculpen meu portugués&#8230;</p>
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	<item>
		<title>Por: Estudante mau Educado</title>
		<link>http://portalcabo.com.br/2010/02/07/vicente-pinzon-dividido-entre-os-elias-e-os-cabrais/comment-page-1/#comment-6696</link>
		<dc:creator>Estudante mau Educado</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Feb 2010 22:58:39 +0000</pubDate>
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		<description>Nem na minha Escola Municipal Vicente Yanez Pinzon, não á uma referencia temática sobre o atual em destaque nesta matéria seria muito bom se o instituto comparece-se na nossa escola e para dar uma aula a respeito deste grande navegador</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nem na minha Escola Municipal Vicente Yanez Pinzon, não á uma referencia temática sobre o atual em destaque nesta matéria seria muito bom se o instituto comparece-se na nossa escola e para dar uma aula a respeito deste grande navegador</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: CRISTINA ALMEIDA</title>
		<link>http://portalcabo.com.br/2010/02/07/vicente-pinzon-dividido-entre-os-elias-e-os-cabrais/comment-page-1/#comment-6695</link>
		<dc:creator>CRISTINA ALMEIDA</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Feb 2010 22:51:08 +0000</pubDate>
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		<description>7° Festival Pinzón foi uma perseguição por parte de Lula Cabral 

Tenho que aqui esclarecer Isto é para mostrar que com todas as perseguições sofridas obtivemos varias Vitorias 

Instituto Cultural Vicente Pinzón ganhou na Justiça o direito de comemorar, em grande estilo, os 506 anos da chegada do navegador Vicente Yáñez Pinzón. Pelo menos 10 mil pessoas, segundo os organizadores, pularam, gritaram e agitaram nas areias da praia de Gaibu ao som contagiante de Almir Rouche, Som da Terra e Geraldinho Lins.

A Justiça decidiu pela diversão e pelo direito de se festejar, neste sábado (4), nas areias da praia de Gaibu., o 7° Festival Pinzón, evento que marca a celebração dos 506 anos da chegada do navegador espanhol Vicente Yáñez Pinzón ao litoral brasileiro, mas precisamente na baía de Suape, em 26 de janeiro de 1500.

De acordo com Instituto Cultural Vicente Pinzón (ICVP), o evento contou com um público de mais de 10 mil pessoas, que vibrou ao som dos variados ritmos de Almir Rouche, do requintado Som da Terra e do forrozeiro Geraldinho Lins, que lançou o seu primeiro dvd. O show também foi animado pelo inusitado Victor Camarote e Banda Arquibancada, o Maracatudo Camaleão e pela revelação cabense Orquestra de Frevo de Caboclo.

&quot;O evento desse ano ficará na história como o festival da vitória, do reconhecimento de se valorizar e resgatar um importante acontecimento histórico, que não tem dono, que não pertence a nenhum político, mas é do povo, e isso ninguém pode tirar&quot;, desabafou o presidente do ICVP, professor Antonio Medeiros.

Medeiros enfatizou que foi uma &quot;dupla vitória&quot; do instituto, uma vez que conquistaram, há duas semanas atrás, também na Justiça, o direito de manter as instalações da sede da entidade no Box 17 do Mercadão.

O embargo
Foi durante os intervalos entre as atrações, que a multidão tomou conhecimento do episódio que quase cancelava o festival. Os locutores anunciavam que o Instituto Cultural Vicente Pinzón (ICVP) tinha recebido um ofício da Secretaria de Meio Ambiente da Prefeitura do Cabo de Santo Agostinho, se posicionando contrária à realização do evento no terminal do calçadão de Gaibu. 

O motivo, segundo o documento, assinado pelo secretário Raimundo de Souza, era de que o local escolhido não oferecia condições de abrigar um &quot;evento de tal magnitude, por falta de espaço físico e estacionamento&quot;. Ainda no ofício, o secretário chegou a oferecer outros locais para a realização do festival: Charneca, Praça Marcos Freire (Ponte dos Carvalhos), Largo da Estação (Centro do Cabo) ou o terminal da praia de Suape.

Amigos de Pinzón 
O cantor Almir Rouche, já no final de sua empolgante apresentação, revelou que o valor do seu cachê e das outras atrações como Geraldinho Lins e Som da Terra, tinha custado o &quot;mesmo valor&quot; do &quot;ingresso&quot; da multidão, ou seja, sem custo algum.

&quot;Somos amigos de Pinzón e cada um de nós tem de valorizar e se apropriar desse episódio que faz parte da nossa história&quot;, disse o cantor à Cabo Press, lamentando que tenha ocorrido iniciativa por parte de órgão público para &quot;tentar barrar&quot; a realização do evento.
Isto é para mostrar que com todas as perseguições sofrida obtivemos varias Vitorias</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>7° Festival Pinzón foi uma perseguição por parte de Lula Cabral </p>
<p>Tenho que aqui esclarecer Isto é para mostrar que com todas as perseguições sofridas obtivemos varias Vitorias </p>
<p>Instituto Cultural Vicente Pinzón ganhou na Justiça o direito de comemorar, em grande estilo, os 506 anos da chegada do navegador Vicente Yáñez Pinzón. Pelo menos 10 mil pessoas, segundo os organizadores, pularam, gritaram e agitaram nas areias da praia de Gaibu ao som contagiante de Almir Rouche, Som da Terra e Geraldinho Lins.</p>
<p>A Justiça decidiu pela diversão e pelo direito de se festejar, neste sábado (4), nas areias da praia de Gaibu., o 7° Festival Pinzón, evento que marca a celebração dos 506 anos da chegada do navegador espanhol Vicente Yáñez Pinzón ao litoral brasileiro, mas precisamente na baía de Suape, em 26 de janeiro de 1500.</p>
<p>De acordo com Instituto Cultural Vicente Pinzón (ICVP), o evento contou com um público de mais de 10 mil pessoas, que vibrou ao som dos variados ritmos de Almir Rouche, do requintado Som da Terra e do forrozeiro Geraldinho Lins, que lançou o seu primeiro dvd. O show também foi animado pelo inusitado Victor Camarote e Banda Arquibancada, o Maracatudo Camaleão e pela revelação cabense Orquestra de Frevo de Caboclo.</p>
<p>&#8220;O evento desse ano ficará na história como o festival da vitória, do reconhecimento de se valorizar e resgatar um importante acontecimento histórico, que não tem dono, que não pertence a nenhum político, mas é do povo, e isso ninguém pode tirar&#8221;, desabafou o presidente do ICVP, professor Antonio Medeiros.</p>
<p>Medeiros enfatizou que foi uma &#8220;dupla vitória&#8221; do instituto, uma vez que conquistaram, há duas semanas atrás, também na Justiça, o direito de manter as instalações da sede da entidade no Box 17 do Mercadão.</p>
<p>O embargo<br />
Foi durante os intervalos entre as atrações, que a multidão tomou conhecimento do episódio que quase cancelava o festival. Os locutores anunciavam que o Instituto Cultural Vicente Pinzón (ICVP) tinha recebido um ofício da Secretaria de Meio Ambiente da Prefeitura do Cabo de Santo Agostinho, se posicionando contrária à realização do evento no terminal do calçadão de Gaibu. </p>
<p>O motivo, segundo o documento, assinado pelo secretário Raimundo de Souza, era de que o local escolhido não oferecia condições de abrigar um &#8220;evento de tal magnitude, por falta de espaço físico e estacionamento&#8221;. Ainda no ofício, o secretário chegou a oferecer outros locais para a realização do festival: Charneca, Praça Marcos Freire (Ponte dos Carvalhos), Largo da Estação (Centro do Cabo) ou o terminal da praia de Suape.</p>
<p>Amigos de Pinzón<br />
O cantor Almir Rouche, já no final de sua empolgante apresentação, revelou que o valor do seu cachê e das outras atrações como Geraldinho Lins e Som da Terra, tinha custado o &#8220;mesmo valor&#8221; do &#8220;ingresso&#8221; da multidão, ou seja, sem custo algum.</p>
<p>&#8220;Somos amigos de Pinzón e cada um de nós tem de valorizar e se apropriar desse episódio que faz parte da nossa história&#8221;, disse o cantor à Cabo Press, lamentando que tenha ocorrido iniciativa por parte de órgão público para &#8220;tentar barrar&#8221; a realização do evento.<br />
Isto é para mostrar que com todas as perseguições sofrida obtivemos varias Vitorias</p>
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	<item>
		<title>Por: CRISTINA ALMEIDA</title>
		<link>http://portalcabo.com.br/2010/02/07/vicente-pinzon-dividido-entre-os-elias-e-os-cabrais/comment-page-1/#comment-6694</link>
		<dc:creator>CRISTINA ALMEIDA</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Feb 2010 22:29:51 +0000</pubDate>
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		<description>Senhor Moura sei que teve boa intenção em fazer tal matéria a respeito de Pinzon.
Esta matéria mostra os dois lados da Moeda e com muita veemência ela aclara nosso senso critico para tal assunto nunca imaginem que um Prefeito através de seus prepostos poderia construir uma fundação para tais fins estou pasma com tal disparate por parte daquele que faz este novo Tempo de Mentira 
Agora também quero não acreditar que o instituto siga no mesmo caminho, pois acredito que eles tiveram a boa intenção mas esqueceram de um fator principal que era de não colocar pessoas que estive-se envolvidas com políticas em nosso município, portanto acredito que os homens podem mudar e espero que este Instituto Cultural Vicente Pinzon possa se consolidar com novas metas e novos caminhos deixando de lado a política pois ela será o grande naufrágio para esta entidade</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Senhor Moura sei que teve boa intenção em fazer tal matéria a respeito de Pinzon.<br />
Esta matéria mostra os dois lados da Moeda e com muita veemência ela aclara nosso senso critico para tal assunto nunca imaginem que um Prefeito através de seus prepostos poderia construir uma fundação para tais fins estou pasma com tal disparate por parte daquele que faz este novo Tempo de Mentira<br />
Agora também quero não acreditar que o instituto siga no mesmo caminho, pois acredito que eles tiveram a boa intenção mas esqueceram de um fator principal que era de não colocar pessoas que estive-se envolvidas com políticas em nosso município, portanto acredito que os homens podem mudar e espero que este Instituto Cultural Vicente Pinzon possa se consolidar com novas metas e novos caminhos deixando de lado a política pois ela será o grande naufrágio para esta entidade</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Vado de Gaibu</title>
		<link>http://portalcabo.com.br/2010/02/07/vicente-pinzon-dividido-entre-os-elias-e-os-cabrais/comment-page-1/#comment-6693</link>
		<dc:creator>Vado de Gaibu</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Feb 2010 22:16:08 +0000</pubDate>
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		<description>Moura quero lhe esclarecer que no site http://www.cabopress.jex.com.br/cultura/instituto+pinzon+tem+nova+presidencia onde a referida matéria e a foto estão até hoje só espero que não retirem, mas consegui copiar os comentários da Época veja que já eram questionadores 
junior - 12.8.2005 13:56:40
Concordo com você Jaime, esta parece ser uma diretoria do PPS e não do Instituto Vicente Pizon, e ainda vou mais longe, porque os senhores diretores do instituto vicente pizon não começão a investir mais em Joaquim Nabuco, que morou aqui no Cabo e foi um dos grandes revolucionarios da abolição, isto sim deveria ser divulgado mais e não o Pizom, e questiono novamente : em uma prova de vestibular se perguntarem quem descobril o brasil qual é a resposta certa? a versão de vocês ou a dos livros, ensinados em todo territorio nnacional excerto aqui no cabo que vocês persintem em ensinar e confundir os alunos.
João Pedro - 4.8.2005 10:29:44
Consciência humana não é maneira de se identificar. Não acredito em opiniões sem assinatura.
Consciência HUmana - 3.8.2005 10:24:34
Prezado
Jornalista Wilson Firmo,

O Povo brasileiro é um grupo de seres humanos, que foi formado por uma gama de Raças e crenças. Devemos também crer que o Instituto Vicente Pinzón, teve alguma participação no munícipio.... ou apenas nas comemorações de Janeiro... ou visitas a Palos...Espanha, quais foram os frutos colhidos? Não vejo nenhum!Onde funcionou ( Como sede), precisamos de seriedade nas ações, pensar no POVO do Cabo de Santo Agostinho, não é fazer festinhas .... é realmente educar, mostrando e dando exemplo de CiDADANIA, na verdade precisamos de uma IDENTIDADE e não de um COMPLEXO de COLONIZAÇÂO...

Participarei de outros debates.... fique certo.
&quot;Consciencia HUmana&quot; - 2.8.2005 13:39:10
Prezado
Jornalista Wilsom Firmo,
Claramente estamos vendo um grande exemplo de um grupo Politico, querendo manipular as oportunidades no Municipio, como tambem tentando inserir no inconciente do POVO uma versão equivocada da HISTORIA ... devemos pensar e agirmos como brasileiros e nordestinos com muito orgulho.Olharmos para um episódio como este dou graças a DEUS.... que um grupo como esse jamais assuma o PODER novamente.
Voltarei a falar com VOCE!
Lili - 2.8.2005 13:00:34
E para o Jaime, pelo visto e ele vota no 14. Você não está pensando em Lula o prefeito do 14 está?
José Antonio Pinho - 2.8.2005 11:58:50
James é um desinformado. O instituto Pinzón é feito por pessoas que acreditam na versão do descobrimento pelos espanhois que tanto ajudou a divulgar o Cabo de Santo Agostinho. Como ele não lê jornais, quero lembrar que os grandes períodos, durante o governo de Elias, mostraram a versão que tornou o Cabo mais conhecido. É por isso que o município está do jeito que está: o povo revoltado, uma administração sem credibilidade e motivo de piada por onde a gente passa. Ainda bem que tudo acaba daqui há pouco mais de 3 anos. Ah, como o tempo passa rápido.
James - 2.8.2005 09:25:21
Essa comissão é uma verdadeira piada, só faltou Chico Amorim e Elias Gomes; essa presidencia é do instituto Pizon ou da presidencia do PPS do Cabo; mais é bom so assim esses PELEIGOS, tem o que fazer, é bom lembra que se essa comissão se canidata-se a presidencia de qualquer associação de moradores so teriam 10 VOTOS, LOGICO DOS 10 INTEGRANDES DA MESMA COMISSÃO.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Moura quero lhe esclarecer que no site <a href="http://www.cabopress.jex.com.br/cultura/instituto+pinzon+tem+nova+presidencia" rel="nofollow">http://www.cabopress.jex.com.br/cultura/instituto+pinzon+tem+nova+presidencia</a> onde a referida matéria e a foto estão até hoje só espero que não retirem, mas consegui copiar os comentários da Época veja que já eram questionadores<br />
junior &#8211; 12.8.2005 13:56:40<br />
Concordo com você Jaime, esta parece ser uma diretoria do PPS e não do Instituto Vicente Pizon, e ainda vou mais longe, porque os senhores diretores do instituto vicente pizon não começão a investir mais em Joaquim Nabuco, que morou aqui no Cabo e foi um dos grandes revolucionarios da abolição, isto sim deveria ser divulgado mais e não o Pizom, e questiono novamente : em uma prova de vestibular se perguntarem quem descobril o brasil qual é a resposta certa? a versão de vocês ou a dos livros, ensinados em todo territorio nnacional excerto aqui no cabo que vocês persintem em ensinar e confundir os alunos.<br />
João Pedro &#8211; 4.8.2005 10:29:44<br />
Consciência humana não é maneira de se identificar. Não acredito em opiniões sem assinatura.<br />
Consciência HUmana &#8211; 3.8.2005 10:24:34<br />
Prezado<br />
Jornalista Wilson Firmo,</p>
<p>O Povo brasileiro é um grupo de seres humanos, que foi formado por uma gama de Raças e crenças. Devemos também crer que o Instituto Vicente Pinzón, teve alguma participação no munícipio&#8230;. ou apenas nas comemorações de Janeiro&#8230; ou visitas a Palos&#8230;Espanha, quais foram os frutos colhidos? Não vejo nenhum!Onde funcionou ( Como sede), precisamos de seriedade nas ações, pensar no POVO do Cabo de Santo Agostinho, não é fazer festinhas &#8230;. é realmente educar, mostrando e dando exemplo de CiDADANIA, na verdade precisamos de uma IDENTIDADE e não de um COMPLEXO de COLONIZAÇÂO&#8230;</p>
<p>Participarei de outros debates&#8230;. fique certo.<br />
&#8220;Consciencia HUmana&#8221; &#8211; 2.8.2005 13:39:10<br />
Prezado<br />
Jornalista Wilsom Firmo,<br />
Claramente estamos vendo um grande exemplo de um grupo Politico, querendo manipular as oportunidades no Municipio, como tambem tentando inserir no inconciente do POVO uma versão equivocada da HISTORIA &#8230; devemos pensar e agirmos como brasileiros e nordestinos com muito orgulho.Olharmos para um episódio como este dou graças a DEUS&#8230;. que um grupo como esse jamais assuma o PODER novamente.<br />
Voltarei a falar com VOCE!<br />
Lili &#8211; 2.8.2005 13:00:34<br />
E para o Jaime, pelo visto e ele vota no 14. Você não está pensando em Lula o prefeito do 14 está?<br />
José Antonio Pinho &#8211; 2.8.2005 11:58:50<br />
James é um desinformado. O instituto Pinzón é feito por pessoas que acreditam na versão do descobrimento pelos espanhois que tanto ajudou a divulgar o Cabo de Santo Agostinho. Como ele não lê jornais, quero lembrar que os grandes períodos, durante o governo de Elias, mostraram a versão que tornou o Cabo mais conhecido. É por isso que o município está do jeito que está: o povo revoltado, uma administração sem credibilidade e motivo de piada por onde a gente passa. Ainda bem que tudo acaba daqui há pouco mais de 3 anos. Ah, como o tempo passa rápido.<br />
James &#8211; 2.8.2005 09:25:21<br />
Essa comissão é uma verdadeira piada, só faltou Chico Amorim e Elias Gomes; essa presidencia é do instituto Pizon ou da presidencia do PPS do Cabo; mais é bom so assim esses PELEIGOS, tem o que fazer, é bom lembra que se essa comissão se canidata-se a presidencia de qualquer associação de moradores so teriam 10 VOTOS, LOGICO DOS 10 INTEGRANDES DA MESMA COMISSÃO.</p>
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	<item>
		<title>Por: biro de Pirapama</title>
		<link>http://portalcabo.com.br/2010/02/07/vicente-pinzon-dividido-entre-os-elias-e-os-cabrais/comment-page-1/#comment-6692</link>
		<dc:creator>biro de Pirapama</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Feb 2010 21:52:41 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;em&gt;Pensei moura que avia tido algum problema com a matéria em si, mas pelo visto você deve ter tido motivos de sobras para suprimi La por um breve período

Mas alguns informes ficaram faltando que eu me atrevo a comentar:

O navegador Pinzón, aproveitou a bagagem de conhecimentos adquirida na expedição ao lado de Cristovão Colombo - que culminaria na descoberta da América, em 1492 -, e estudou as rotas marítimas por sete anos até partir numa nova busca. Ele e seu irmão Martim Alonso chefiaram as naus Pinta e Nina. Nascido em uma tradicional família de navegadores, Pinzón deixou o porto de Palos de La Frontera, no sul da Espanha onde nasceu, com quatro caravelas autofinanciadas e a permissão da Coroa, em novembro de 1499. Ele passou pelas Canárias, chegou à região do Cabo Verde e enfrentou tormentas na Ilha de Santiago que o empurraram para o sul, fazendo-o cruzar a linha do Equador.

A esquadra foi se deslocando nessa direção, perdeu de vista a estrela polar e experimentou os efeitos do mar agitado e do calor equatorial até se deixar conduzir à costa de Pernambuco.

Nota-se que sua bravura é incontestável e, portanto uma pequena pergunta paira em minha mente se as entidades acima propõem em fazer jus à bravura deste Navegador através de um trabalho serio, o que seria então este tipo de trabalho educacional ao qual deveria estas entidades se propôs? 

Até agora só vi muito oba, oba, e nada mais, á Fundação Vicente Pinzon sabemos para que ela serve, não preciso nem dizer, mas o Instituto Cultural Vicente Pinzon este precisamos analisar melhor seus estatutos ou pedir para que os mesmo informe a Sociedade Cabence para que serve este instituto vejo que o amigo Carlos Eduardo afirma que na época de Elias assinaram um ato de irmanamento, celebrando o que para ambas representa mas uma correção do que a História convencionou. 

A partir desse ato, as duas cidades se comprometem a “incentivar e promover o intercâmbio e o sentido de solidariedade”.

Veja que o mesmo afirma, que o Gestor da Época, Elias Gomes iria criar centro historiográfico, com espaço para a pesquisa em diversas áreas, o objeto de entusiasmo na cidade.

O intercâmbio acadêmico e científico, a partir da estruturação desse centro, concentra as atenções dos representantes espanhóis de Palo de La Frontera e dos administradores do Cabo e deverá ganhar forma de projeto nos próximos meses. Ai cadê este tal Centro?

Fora disso vejo que a entidade só tem fins para eventos musicais onde a mesma Promoveu 8 festival Vicente Pinzón na praias de Gaibu e um ultimo foi feito no asa branca no Cabo bom ai eu me pergunto o que tem a ver Pinzon com uma fomentação de bandas e cantores populares, não vejo a relação com Pinzon.
 
Veja que não a uma relação seria na divulgação de nossos filhos e neto a respeito do descobrimento feito por Pinzon você vê isso sendo debatido nas nossas escolas? Você vê este tipo de cultura sendo aplicado por este Instituto de uma forma a incentivar e promover o intercâmbio entre este dois Países gerando assim, divisas culturais para o Povo do Cabo?  

Bem sei que os mais esclarecido vão dizer que por culpa do atual Gestor faltaram-lhe verbas para tais fins, ora quem quer fazer algo serio não cola a carroça na frente dos bois, em outras palavras, esta entidade deveria ser construída com pessoas que não tive-se nem um vinculo político com quem quer que seja, pois agindo assim não haveria o cerceamento por parte de seus próprios rivais Políticos, e não estariam a mercê de tantos comentários a respeito do seus atos e faça que nem o Portal Cabo que é um espaço democrático que pode falar de A B ou C . 
Biro de Pirapama&lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pensei moura que avia tido algum problema com a matéria em si, mas pelo visto você deve ter tido motivos de sobras para suprimi La por um breve período</p>
<p>Mas alguns informes ficaram faltando que eu me atrevo a comentar:</p>
<p>O navegador Pinzón, aproveitou a bagagem de conhecimentos adquirida na expedição ao lado de Cristovão Colombo &#8211; que culminaria na descoberta da América, em 1492 -, e estudou as rotas marítimas por sete anos até partir numa nova busca. Ele e seu irmão Martim Alonso chefiaram as naus Pinta e Nina. Nascido em uma tradicional família de navegadores, Pinzón deixou o porto de Palos de La Frontera, no sul da Espanha onde nasceu, com quatro caravelas autofinanciadas e a permissão da Coroa, em novembro de 1499. Ele passou pelas Canárias, chegou à região do Cabo Verde e enfrentou tormentas na Ilha de Santiago que o empurraram para o sul, fazendo-o cruzar a linha do Equador.</p>
<p>A esquadra foi se deslocando nessa direção, perdeu de vista a estrela polar e experimentou os efeitos do mar agitado e do calor equatorial até se deixar conduzir à costa de Pernambuco.</p>
<p>Nota-se que sua bravura é incontestável e, portanto uma pequena pergunta paira em minha mente se as entidades acima propõem em fazer jus à bravura deste Navegador através de um trabalho serio, o que seria então este tipo de trabalho educacional ao qual deveria estas entidades se propôs? </p>
<p>Até agora só vi muito oba, oba, e nada mais, á Fundação Vicente Pinzon sabemos para que ela serve, não preciso nem dizer, mas o Instituto Cultural Vicente Pinzon este precisamos analisar melhor seus estatutos ou pedir para que os mesmo informe a Sociedade Cabence para que serve este instituto vejo que o amigo Carlos Eduardo afirma que na época de Elias assinaram um ato de irmanamento, celebrando o que para ambas representa mas uma correção do que a História convencionou. </p>
<p>A partir desse ato, as duas cidades se comprometem a “incentivar e promover o intercâmbio e o sentido de solidariedade”.</p>
<p>Veja que o mesmo afirma, que o Gestor da Época, Elias Gomes iria criar centro historiográfico, com espaço para a pesquisa em diversas áreas, o objeto de entusiasmo na cidade.</p>
<p>O intercâmbio acadêmico e científico, a partir da estruturação desse centro, concentra as atenções dos representantes espanhóis de Palo de La Frontera e dos administradores do Cabo e deverá ganhar forma de projeto nos próximos meses. Ai cadê este tal Centro?</p>
<p>Fora disso vejo que a entidade só tem fins para eventos musicais onde a mesma Promoveu 8 festival Vicente Pinzón na praias de Gaibu e um ultimo foi feito no asa branca no Cabo bom ai eu me pergunto o que tem a ver Pinzon com uma fomentação de bandas e cantores populares, não vejo a relação com Pinzon.</p>
<p>Veja que não a uma relação seria na divulgação de nossos filhos e neto a respeito do descobrimento feito por Pinzon você vê isso sendo debatido nas nossas escolas? Você vê este tipo de cultura sendo aplicado por este Instituto de uma forma a incentivar e promover o intercâmbio entre este dois Países gerando assim, divisas culturais para o Povo do Cabo?  </p>
<p>Bem sei que os mais esclarecido vão dizer que por culpa do atual Gestor faltaram-lhe verbas para tais fins, ora quem quer fazer algo serio não cola a carroça na frente dos bois, em outras palavras, esta entidade deveria ser construída com pessoas que não tive-se nem um vinculo político com quem quer que seja, pois agindo assim não haveria o cerceamento por parte de seus próprios rivais Políticos, e não estariam a mercê de tantos comentários a respeito do seus atos e faça que nem o Portal Cabo que é um espaço democrático que pode falar de A B ou C .<br />
Biro de Pirapama</em></p>
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		<title>Por: Carlos Eduardo</title>
		<link>http://portalcabo.com.br/2010/02/07/vicente-pinzon-dividido-entre-os-elias-e-os-cabrais/comment-page-1/#comment-6688</link>
		<dc:creator>Carlos Eduardo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Feb 2010 19:06:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://portalcabo.com.br/?p=5147#comment-6688</guid>
		<description>Caros leitores e comentaristas do Portal que tal refrescar-mos a memória. Esse embate que dá pela história, em tempos passados desconhecida, se não esquecida, tem desmerecido e desconsiderado os esforços do ex-prefeito do Cabo, Elias Gomes, porque foi no seu Governo a partir de 1999 que a história de Pinzón foi remontada, divulgada explorada. Leia: 

Em janeiro passado as cidades do Cabo de Santo Agostinho, em Pernambuco, e Palos de la Frontera, na Espanha, assinaram um ato de irmanamento, celebrando o que para ambas representa mas uma correção do que a História convencionou. A partir desse ato, as duas cidades se comprometem a incentivar e promover o intercâmbio e o sentido de solidariedade. &quot;Não é nossa pretensão mudar a História, mas não nos contentamos com essa, escrita muitas vezes a partir de interesses ou de conveniências diplomáticas&quot;, afirmou o prefeito do Cabo, Elias Gomes, quando organizava a comemoração dos 500 anos da chegada de Pinzón ao Brasil, ao lado de autoridades e historiadores espanhóis.

Veja as ações do Gestor no que desrespeita a história: 

A Secretaria de Educação do Cabo está reciclando os professores e introduzindo os novos dados históricos na grade escolar a partir deste ano, enquanto que, a médio prazo, a língua espanhola será introduzida como matéria usual. Mas é a criação de um centro historiográfico, com espaço para a pesquisa em diversas áreas, o objeto de entusiasmo na cidade.
O intercâmbio acadêmico e científico, a partir da estruturação desse centro, concentra as atenções dos representantes espanhóis de Palo de La Frontera e dos administradores do Cabo e deverá ganhar forma de projeto nos próximos meses. A idéia é cria-lo em parceria.
Além da ponte aérea para incrementar o turismo entre Brasil e Espanha, esse esforço projeta as esperanças do Cabo de Santo Agostinho de fazer da História sua principal matéria-prima. A intenção é erguer o centro no entorno do promontório avistado por Pinzón há 500 anos... E três meses.
Fonte: http://www2.uol.com.br/diariodovale/arquivo/2000/abril/21/page/fr-brasil5002.htm

Acho que aqui há atitudes parciais quando se dirigem principalmente à oposição,  que não é detentora do poder, mas que tentar rebuscar as histórias da sua história. Porque devido a esse grupo que se deve tal memória das lembranças de Pinzón. Enquanto o outro lado a esquece, e se não desapoia, como relembra à entrevista do atual Prefeito à rádio Calheta. Leia: 

Na semana passada, o prefeito Lula Cabral, na primeira entrevista que concedeu à rádio comunitária Calheta FM, afirmou que a &quot;prefeitura não tem mais vínculo nenhum com o Festival Pinzón, que isso é uma parceria do Governo do Estado com uma fundação Pinzón (sic), que vai fazer este evento daqui para frente&quot;.

Fonte: www.cabopress.net  Autor: Wilson Firmo

O que devo deixar claro é que, a oposição faz o seu trabalho tentado não  permitir a pagá-la da história; pois  é isso que tal governo tem feito desmerecendo assim a nossa história,  principalmente aos que se doaram no resgate da memória.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caros leitores e comentaristas do Portal que tal refrescar-mos a memória. Esse embate que dá pela história, em tempos passados desconhecida, se não esquecida, tem desmerecido e desconsiderado os esforços do ex-prefeito do Cabo, Elias Gomes, porque foi no seu Governo a partir de 1999 que a história de Pinzón foi remontada, divulgada explorada. Leia: </p>
<p>Em janeiro passado as cidades do Cabo de Santo Agostinho, em Pernambuco, e Palos de la Frontera, na Espanha, assinaram um ato de irmanamento, celebrando o que para ambas representa mas uma correção do que a História convencionou. A partir desse ato, as duas cidades se comprometem a incentivar e promover o intercâmbio e o sentido de solidariedade. &#8220;Não é nossa pretensão mudar a História, mas não nos contentamos com essa, escrita muitas vezes a partir de interesses ou de conveniências diplomáticas&#8221;, afirmou o prefeito do Cabo, Elias Gomes, quando organizava a comemoração dos 500 anos da chegada de Pinzón ao Brasil, ao lado de autoridades e historiadores espanhóis.</p>
<p>Veja as ações do Gestor no que desrespeita a história: </p>
<p>A Secretaria de Educação do Cabo está reciclando os professores e introduzindo os novos dados históricos na grade escolar a partir deste ano, enquanto que, a médio prazo, a língua espanhola será introduzida como matéria usual. Mas é a criação de um centro historiográfico, com espaço para a pesquisa em diversas áreas, o objeto de entusiasmo na cidade.<br />
O intercâmbio acadêmico e científico, a partir da estruturação desse centro, concentra as atenções dos representantes espanhóis de Palo de La Frontera e dos administradores do Cabo e deverá ganhar forma de projeto nos próximos meses. A idéia é cria-lo em parceria.<br />
Além da ponte aérea para incrementar o turismo entre Brasil e Espanha, esse esforço projeta as esperanças do Cabo de Santo Agostinho de fazer da História sua principal matéria-prima. A intenção é erguer o centro no entorno do promontório avistado por Pinzón há 500 anos&#8230; E três meses.<br />
Fonte: <a href="http://www2.uol.com.br/diariodovale/arquivo/2000/abril/21/page/fr-brasil5002.htm" rel="nofollow">http://www2.uol.com.br/diariodovale/arquivo/2000/abril/21/page/fr-brasil5002.htm</a></p>
<p>Acho que aqui há atitudes parciais quando se dirigem principalmente à oposição,  que não é detentora do poder, mas que tentar rebuscar as histórias da sua história. Porque devido a esse grupo que se deve tal memória das lembranças de Pinzón. Enquanto o outro lado a esquece, e se não desapoia, como relembra à entrevista do atual Prefeito à rádio Calheta. Leia: </p>
<p>Na semana passada, o prefeito Lula Cabral, na primeira entrevista que concedeu à rádio comunitária Calheta FM, afirmou que a &#8220;prefeitura não tem mais vínculo nenhum com o Festival Pinzón, que isso é uma parceria do Governo do Estado com uma fundação Pinzón (sic), que vai fazer este evento daqui para frente&#8221;.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.cabopress.net" rel="nofollow">http://www.cabopress.net</a>  Autor: Wilson Firmo</p>
<p>O que devo deixar claro é que, a oposição faz o seu trabalho tentado não  permitir a pagá-la da história; pois  é isso que tal governo tem feito desmerecendo assim a nossa história,  principalmente aos que se doaram no resgate da memória.</p>
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	<item>
		<title>Por: Alberto Figueiredo</title>
		<link>http://portalcabo.com.br/2010/02/07/vicente-pinzon-dividido-entre-os-elias-e-os-cabrais/comment-page-1/#comment-6655</link>
		<dc:creator>Alberto Figueiredo</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Feb 2010 00:02:40 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://portalcabo.com.br/?p=5147#comment-6655</guid>
		<description>Continue navegando nessas caravelas, de certo em seus porões além de dobrões deverás encontrar (algumas raposas velhas de rabos felpudos) coelhos e sem dúvidas ratos, moradores naturais dos porões.
Mais te cuida! 
Ao demonstrares interesse por estas caravelas e seus porões poderás atiçar os mares e a procela em seu furor levar uma delas a pique. 
Rezemos para que desta vez a verdadeira caravela latina Nina, comandada por respeitável representante do Capitão  Vicente Yáñez Pinzón  aporte às praias Cabenses, fincando como marco do reconhecimento de conquista não apenas um busto, mais toda heróica aventura a história do Capitão Pinzon e do nosso descobrimento. 
¡Los saludos hispanos!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Continue navegando nessas caravelas, de certo em seus porões além de dobrões deverás encontrar (algumas raposas velhas de rabos felpudos) coelhos e sem dúvidas ratos, moradores naturais dos porões.<br />
Mais te cuida!<br />
Ao demonstrares interesse por estas caravelas e seus porões poderás atiçar os mares e a procela em seu furor levar uma delas a pique.<br />
Rezemos para que desta vez a verdadeira caravela latina Nina, comandada por respeitável representante do Capitão  Vicente Yáñez Pinzón  aporte às praias Cabenses, fincando como marco do reconhecimento de conquista não apenas um busto, mais toda heróica aventura a história do Capitão Pinzon e do nosso descobrimento.<br />
¡Los saludos hispanos!</p>
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