M.D.C
Movimento Democrático do Cabo
Por: Moura
A idéia é simples: Você pode tudo através desse instrumento democrático chamado participação.
“Os escândalos criam um desencanto que tende a diminuir o interesse das pessoas em participar da vida pública em geral”
São muitos os caminhos possíveis e os exemplos de sucesso. O referendo sobre desarmamento,começou com a mobilização miúda de vítimas da violência e de gente preocupada com a insegurança. A quebra de patentes de remédios para a AIDS, que contraria interesses econômicos poderosos, só é possível porque há 20 anos a solidariedade uniu quem via a doença de perto. Quer mais?
Isso sem falar na milhares de ações políticas bem-sucedidas que ocorrem todos os dias e não chegam às páginas de jornal: uma creche nova aqui, uma lombada eletrônica ali, um jacarandá preservado acolá. Por meio da participação, alguns mudam o mundo. Outros mudam o mundinho, aquele ali do bairro, tão ou mais importante que o mundão de todos. Este é, por sinal, mais um lado bom da participação: cada um pode escolher o tamanho da bandeira a carregar. Como somos ser social, nada mais natural que tentar melhorar nosso ambiente em que vivemos.
No Brasil, muita gente rejeita a política dos partidos e dos políticos profissionais. Corrupção, descaso de alguns eleitos e serviços públicos precários ajudam a entender esse comportamento. Mas a sensação de estar excluído das decisões sobre a coisa pública tem até raízes históricas. O tráfico de influências começou junto com o Brasil. Já na certidão de nascimento do país, Pero Vaz de Caminha pedia ao rei de Portugal um emprego para o genro.
O sistema eleitoral também não ajuda a estreitar o vínculo entre eleitor e eleito. Muita gente não se sente representada pelo Congresso. E de fato não está, se a conta for feita na ponta do lápis. Os Estados de maior população elegem proporcionalmente menos representantes. E as regras do sistema eleitoral fazem com que os eleitos tenham recebido votos de uma parcela minoritária da população. A maioria dos votos acaba dispersa por uma massa de candidatos não eleitos. Por essas e por muitas outras, tem gente achando que, depois de uma eleição, só resta ficar em casa assistindo a noticiário de CPI e comendo pizza. E pode piorar. “Os escândalos criam um desencanto que tende a diminuir o interesse das pessoas em participar da vida pública em geral
O que fazer?
Omissão não é solução, porque, queiramos ou não, boa parte de nossa vida é decidida pela coletividade. Ou seja, quem se omite, por descaso ou falta de informação, acaba transferindo aos outros o direito de atuar politicamente. E não tenha dúvida de que não vão faltar pessoas dispostas a fazer prevalecer os interesses delas. “Se todo mundo se voltar apenas para sua vida privada, não dá para ter uma convivência republicana e democrática”, afirma a socióloga Maria Victoria Benevides. Trocando em miúdos: não dá para ter regras que coloquem o interesse público acima dos interesses particulares e sejam aplicadas para todos, sem distinção entre ricos e pobres, brancos e negros, homens e mulheres, e assim por diante.
Há muitas maneiras de influenciar diretamente parlamentares e governantes, do presidente da República ao administrador do bairro. Para eles, atender os interesses do eleitor é questão de ofício e também de sobrevivência. Não é à toa que prestam tanta atenção nas pesquisas de opinião. Como não dá para sair por aí procurando institutos de pesquisa para dar sua opinião, o negócio é usar outros canais para expressar o que você pensa. Dá para fazer protestos, escrever carta para jornal, manifestar em rádios, passar abaixo-assinado ou tentar o contato direto ou fazer sua denúncias aqui no Portal Cabo.
Qual seria nossa proposta de uma terceira via
Um fator que potencializa a participação é a possibilidade de se unir a outras pessoas que tenham o mesmo interesse que você. Por trás disso está a idéia de igualdade que sustenta a própria democracia. Cada um de nós vale o mesmo que o outro, por isso é justo que a soma dos iguais determine a relevância de uma demanda ou de uma opinião. É como se você saísse pela rua com uma camiseta estampando sua reivindicação, e sua causa se tornasse tão importante quanto o volume de pessoas que decidiram acompanhá-lo. No mundo da política, você sozinho não pode quase nada, mas junto com os outros pode tudo.
“O maior medo do poder público é o povo organizado”
Sim sem á organização não á idéias e nem metas a alcançar veja que isto já é histórico
Quando falamos em uma Terceira via, falamos novos diálogos, novos questionamentos para nossa Cidade o (Cabo), pois hoje politicamente falando temos apenas dois grupos que vem no comando deste Município há muito tempo e não deu ao povo do Cabo outra escolha.
Qual seria esta escolha (A escolha dos justos pelo bem comum)
Seria organizar forças entorno de novas idéias e projetos para nossa cidade
1 Onde poderemos escolher o que será melhor para nossos filhos e netos
2 Onde poderemos aplicar os recursos para a educação e saúde de forma que o povo tenha e reconheça os proveitos deste recursos
3 Onde teremos metas e projetos de urbanização controlada e coesa de acordo com nossas necessidades
4 Controlar e aplicar métodos e processos em que se organiza a secretaria de obras e manutenção do Município dando prioridade discutida e aberta a todas as comunidades
5 Trabalhar de forma transparente onde todo o cidadão terá acesso a todas as compras, licitações e gastos da Prefeitura
6 Dar prioridade a contratação de empresas Cabences dando a elas o direito de participar e se qualificar tanto para participar de licitações da prefeitura bem como dar linha de micro créditos ao pequeno e micro empresário
7 Defender o Município como co-autor de parceria entre Governo Estadual e Federal buscando e formulando recursos para ser aplicado em nosso Município
Estes são os primeiros princípios do projeto do MDC para nosso Cabo de Santo Agostinho
Estaremos convidando a todos os homens e Mulheres de bem que queira participar desta Terceira Via que entre em contato moura@portalcabo.com.br para fazer sua inscrição neste projeto onde sua voz será ouvida por todos
Para juntos construir um Cabo mais justo para todos
Ass. Moura







este movimento ja existiu, e não funcionou, quando era um movimento misto de homens e mulheres determinados por mudanças, imaginem a gora que so convida os homens, esquecendo que as mulheres estão em todos os espaços, não deixa de ser um movimento maxista
Minha querida desculpe se minha colocação só falei em Homem de bem vou corrigir
Mas este movimento é para todos e tenho certeza das minhas convicções
Por mais que este movimento possa conscientizar apenas uma única pessoa já vai ser uma grande vitoria e conto com sua participação caso queira
NOSSO COMPROMISSO É COM A FAMÍLIA.
Com a defesa de seus valores, como a honra, o caráter, a dignidade, o respeito aos mais velhos, a solidariedade…E o atendimento pleno de suas necessidades como Emprego, Educação, Saúde, Segurança, Moradia.ETC.
Ass. Moura
Caro Moura, Parabéns pela a atitude de criar M.D.C. sem sombra de dúvidas é uma atitude que irá resgatar o orgulho da nossa gente que anda em baixa, e com certeza iremos criar em nossa cidade uma nova consciência política, acho nobre e desafiadora mais com certeza serie um dos milhares que vai contribuir de forma efetiva com o M.D.C.
Brother.
Ponto pontos nos is.
Deus, pátria, família e liberdade.
http://albertofigueiredo.blogspot.com/
Valuable thoughts and advices. I read your topic with great interest.
Nao tenho duvida que esse é o melhor portal para discutir os problemas e cobrar melhorias para nossa cidade, todos podem falar indepente de cor, raça e etc. Aproveito para parabenizar o responsável deste portal e dizer ao povo do cabo que use bastante esse espaço DEMOCRÁTICO. Faça suas denúncias, críticas e dê sugestões mostre que somos capazes de contribuir para uma cidade melhor não apenas com o voto nossa maior arma, mas com idéias simples e práticas.
Viva o MDC!
[...] o MDC foi criado para isso ouvir e escutar as novas [...]
[...] participar de forma clara e participativa, sem amarras e sim com liberdade. Leia mais sobre o MDC que é um seguimento do PSOL [...]